Sábado no Inhotim

Ei. Ontem, em partes, foi um dia bem legal! Conheci o Museu do Inhotim com mais 4 amigos: Mônica, Pota, Yuricka e Bruno. Imaginava chegar lá e encontrar um lugar lindíssimo, e vou contar pra vocês que não me decepcionei nadinha. O paisagismo do lugar é sensacional e galerias de arte nos proporcionam sensacões incríveis. Incríveis.

Pra quem não conhece, o Inhotim foi criado inicialmente para ser um espaço cultural  para exposições de arte contemporânea, mas em 2005 foi consolidado o jardim botânico com foco nas espécies nativas. O projeto paisagistico de Burle Marx.

Se vê arte em cada cantinho do local. Incrível. Aliás, incrível vai ser a palavra que mais vou usar pra quando me pergutarem sobre o Inhotim.

Me apaixonei com essas bolinhas. O efeito visual delas é sensacional e fazem um barulhinho muito relaxante, pois ficam mexendo e encontando uma nas outras. Quando tiver piscina em casa, colocarei umas assim, rs.

As galerias de arte são impressionantes. Das que eu visitei, todas nos proporcionavam sensações quase indescrítíveis. Emocionantes.

A que eu mais gostei, não lembro o nome do artista, foi a da foto abaixo (ah, não é permitido tirar fotos no interior das galerias).

Quando estávamos chegando perto dela, tivemos essa visão e todos pensamos “Olha, parece a ponta de um navio”. E parece mesmo.

Dentro, são dois andares. No primeiro, há uma galeria de fotos bem impactantes do ambiente de prostituição no Pelourinho. Fotos de muito impacto. Já o segundo andar, é dividido em 4 ambientes. No primeiro, a sensação que tive foi de estar em pesadelo. Um local bem escuro, algumas cedas com tubarões pintados e penduradas em um varal que se mexiam com o vento. No outro canto deste mesmo ambiente, formava-se um círculo de telões, em que as fotos que estavam no primeiro andar ficavam passando, e fazendo um barulho, pra mim, bem macabro, como se alguém estivesse ali, passando as fotos em alguma engenhoca fotográfica antiga. Não sei bem o que.

No segundo saguão, mais algumas fotos do ambiente de prostituição do Pelourinho, desta vez em um ambiente mais sombrio do que o do 1º andar.

No terceiro, um telão de cinema em que as mesmas fotos passavam, com uma música bem melancólica no fundo e algumas poltronas antigas, nos convidando para sentar e sentir tudo que estava ali. Fiquei por uns 5 minutos, sentada na poltrana, viajando. Não sei onde exatamente minha cabeça estava, mas me senti em um filme cult eslovaco (se é que a Eslováquia faz filmes cult).

E por último, uma sala bem  menor em que ao invés de fotos, se passava no telão, os registros fílmicos do que o artista viu no Pelourinho. Em quesito de sensações, este foi a minha galeria preferida.

update: Não lembrava o nome do artista, e ao escrever o post esqueci da existência do senhor Google e nem pensei em procurar por lá. Essa galeria é do artista Miguel do Rio Branco e no Google tem muitas fotos dessa exposição.

Teve também, a Galeria do Lago. Lá estava uma exposição, que eu não sei explicar muito bem, mas achei incrível. O artista, Thomas Hirschhorn pegou várias fotos de pessoas mutiladas em acidentes de trabalho, colocou ao lado, a ferramenta com qual a pessoa se acidentou e um livro filosofia, afim de dizer que o mesmo conhecimento que nos trás coisas boas, pode nos matar. Foi isso que entendi, rs. São imagens muito, mas muito fortes. Tanto que antes de entrar os instrutores perguntam se a pessoa tem algum tipo de sensibilidade com isso. Eu disse que não e entrei, mas confesso que a cada foto que via, eu me assustava e fazia uma careta diferente. Não achei que ia ser tão forte assim.

A Yuricka, da foto acima, não me passou o restante das fotos. Quando me passar as que ela tirou, pretendo colocar aqui.

update:  fotos com a câmera da Yuricka.

Leo Strut

Mas enfim, recomendo muito irem conhecer o lugar. Paguei R$10 de entrada (meia de estudante). A comida lá dentro é bem cara.. R$ 4,50 em um pastel assado e R$5,00 numa latinha de suco. Eles tem uns carrinho de golf que fazem o transporte por dentro do parque, por apenas R$10. Não pagamos pelo serviço e andamos feito condenados e não deu pra conhecer tudo. Ainda assim valeu a pena, mas da próxima vez, irei no carrinho de golf e me sentirei uma global no Vídeo Show passeando pelo Projac. Rá!

Pra chegar lá é bem tranquilo, mais ou menos uma hora de carro. Pegamos um engarrafamento em Betim e demoramos um pouco mais. Mas é bem perto de BH.

No começo do post, disse que o dia foi bom em partes: o passeio foi ótimo, sai de de casa as 9h, andei o dia todo debaixo de sol quente, me diverti e cheguei em casa às 18h30, com um pouco de dor de cabeça, deitei e apaguei na cama. Até aí estava tudo bem. Acordei por voltas das 22h, mor-ren-do de dor de cabeça. Achei que fosse morrer, sério. Vomitei de tanta dor. Minha cabeça parecendo que ia explodir e eu abraçada com a Celite. Tomei um banho e voltei a dormir. Acordei hoje, as 10h como se nada tivesse acontecido. Dormi quase 16 horas, por isso tô feliz.

Com esse tumulto do dia, não tive como fazer o post diário dos memes.  Os farei daqui a pouco. 

 

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